terça-feira, 31 de julho de 2012

BRASIL VENCE RÚSSIA E SEGUE RUMO AO OURO OLÍMPICO


No jogo que era considerado a verdadeira estreia nas Olimpíadas, a seleção brasileira masculina de vôlei venceu a Rússia por 3 sets a 0, com parciais de 25/21, 25/23 e 25/21 no Earl Court, em Londres.
Depois de bater a Tunísia, rival mais frágil do grupo B, o Brasil tinha o primeiro teste em Londres diante de um dos candidatos ao ouro. E o time de Bernardinho, após acabar apenas em sexto na Liga Mundial 2012, dominou e se deu bem. O maior pontaduador da equipe foi Murilo, com 13 acertos. Além disso, a seleção fez 9 pontos de bloqueio e ganhou 28 pontos em erros dos europeus, muitos deles no saque.
"Foi um jogo difícil e o time da Rússia defendeu demais, mas a gente soube se segurar", comentou o oposto Leandro Vissotto ao canal Sportv após o jogo. Para ele, o tropeço na Liga Mundial já foi esquecido. "O Brasil acostumou mal, a só ganhar. Mas é na derrota que a gente cresce. E deu tempo de recuperar alguns jogadores. Mas o que passou, passou. Agora o foco é aqui e em mais uma medalha", falou Vissotto.
O próximo jogo da seleção brasileira em Londres será a reedição da final de Pequim, contra os Estados Unidos. Em 2008, os norte-americanos venceram e ficaram com o ouro. Nesta quinta-feira, a partida vale a liderança do grupo B, já que Brasil e Estados Unidos são os únicos invictos da chave. O confronto será às 18h (horário de Brasília).
O jogo
A partida começou como o esperado, com equilíbrio e saques forçados dos dois lados. A Rússia saiu na frente, mas o Brasil buscou o empate no ace de Lucão em 9 a 9. A parcial seguiu parelha e no segundo tempo, com erro de saque da Rússia, os brasileiros lideravam por 16 a 15. Na parte final, os russos sofreram com a recepção e os brasileiros cresceram. Em mais um erro dos europeus, a vantagem nacional chegou a 22 a 18. O Brasil seguiu sacando melhor e logo no primeiro set point, fechou em um contra-ataque com Dante em 25 a 21.
Já o segundo set foi dominado pela seleção quase de ponta a ponta. Com dois bons serviços de Sidão, o time fez 6 a 3. Nesse ritmo, a seleção brasileira foi abrindo e chegou a 21 a 14. Entretanto, com o oposto Mikhaylov no saque, os russos voltaram para a parcial e se aproveitando de um serviço muito forçado, encostou em 22 a 21. Mikhaylov só saiu do saque quando errou. E em outro erro, agora de Muserskiy, o Brasil venceu a parcial por 25 a 23.
E na terceira parcial, embalada pela recuperação no segundo set, quem abriu 6 a 3 foi a Rússia. No primeiro tempo, o Brasil já havia encostado em 8 a 7. Com bloqueio para cima de Mikhaylov, a seleção virou em 12 a 11. Porém, a Rússia devolveu e foi com 16 a 15 no segundo tempo. Mas no final da parcial, depois de colocar Ricardinho e Wallace em quadra, a seleção voltou a virar e abriu dois pontos no 21 a 19. De volta à quadra, Vissotto marcou dois pontos de bloqueio e chegou ao primeiro match point no 24 a 20. Na sequência, com ataque o Brasil fechou a parcial em 25 a 21 e o jogo em 3 sets a 0.
FONTE TRIBUNA HOJE

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BRASIL PERDE PARA AS DONAS DA CASA - JAPÃO É O NOSSO ADVERSÁRIO

MICHAEL PHELPS - O MAIOR MEDALHISTA OLÍMPICO DE TODOS OS TEMPOS

MICHAEL PHELPS O MAIOR MEDALHISTA DE TODOS OS TEMPOS

Londres festeja o maior atleta olímpico da história

Londres festeja o maior atleta olímpico da históriaFoto: REUTERS/Michael Dalder

EM SUA QUARTA OLIMPÍADA, O NADADOR NORTE-AMERICANO MICHAEL PHELPS GANHA 19ª MEDALHA E SE TORNA O MAIOR MEDALHISTA DE TODOS OS TEMPOS; RECORDE VEIO COM SEU PRIMEIRO OURO EM LONDRES, NO REVEZAMENTO 4X200M LIVRE

31 de Julho de 2012 às 17:28
247 - No quarto dia de disputas, a Olimpíada de Londres conheceu o feito pelo qual deve ser lembrada por pelo menos algumas décadas. Com uma mãozinha dos colegas Ryan Lochte, Conor Dwyer e Ricky Berens, o nadador americano Michael Phelps se tornou o maior medalhista da história dos jogos olímpicos, ao levar o ouro na prova do revezamento 4x200m livre. Com a vitória, Phelps totaliza 19 medalhas em suas quatro olimpíadas - ele estreou em Sidney 2000 sem medalha, mas foram 8 em Atenas 2004, 8 em Pequim 2008 (todas de ouro) e três em Londres 2012.
Mais cedo, o nadador americano havia igualado à ginasta soviética Larissa Latynina ao levar a prata nos 200m borboleta. Latynina competiu pela União Soviética em Melbourne 1956, Roma 1960 e Tóquio 1964, conquistando nove medalhas de ouro, cinco de prata e quatro de bronze. Nesta terça-feira 31, Phelps totalizou seu 15º ouro -- ele tem duas pratas e dois bronzes.
O detalhe da prova em que o recorde foi batido é que a França, que chegou em segundo lugar, havia derrotado o time dos Estados Unidos nos 4x100 metros livre, no domingo, o que deixou 
Apesar do feito, o nadador não demonstrou muita empolgação na hora de celebrar. "Minha primeira medalha de ouro aqui, então, estou muito feliz. Depois da prata nos 4x100m,  queríamos acertar essa. Então, foi muito bom", disse.
FONTE PORTAL 247 BRASIL

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SCHEIDT E PRADA VENCEM SEXTA REGATA

Scheidt e Prada vencem sexta regata e ocupam vice-liderança na Star

Primeiro lugar é dos britânicos Iain Percy e Andrew Simpson


AGÊNCIA EFE


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Robert Scheidt e Bruno Prada competiram nesta segunda-feira (30) no terceiro dia de provas (Foto: Getty Images)













Os brasileiros Robert Scheidt e Bruno Prada venceram nesta terça-feira (31) a sexta regata da classe Star nos Jogos Olímpicos de Londres. Eles reassumiram a vice-liderança da competição e encostaram nos primeiros colocados, os britânicos Iain Percy e Andrew Simpson.
Scheidt e Prada, que haviam terminado em segundo na primeira regata do dia e quinta no total, têm agora 23 pontos perdidos, contra 21 da dupla anfitriã. A sexta regata foi a segunda vencida pelos brasileiros na baía de Weymouth nessas Olimpíadas - eles repetiram o primeiro lugar na segunda prova, disputada neste domingo.
Em terceiro no geral, com 27 pontos perdidos, estão os suecos Fredrik Loof e Max Salminen. Em quarto, bem atrás dos três barcos mais bem colocados, estão os noruegueses Eivind Melleby e Petter Morland Pedersen, que têm 45 pontos.
Se forem considerados os descartes dos piores resultados dos quatro primeiros no geral, Percy e Simpson lideram com 10, seguidos por Scheidt/Prada (14), Loof/Salminen (17) e Melleby/Pedersen (29).
Os velejadores que disputam a classe Star terão folga amanhã, e voltam à competição nas águas da baía de Weymouth na quinta-feira (2) para a disputa da sétima e da oitava regatas.

GIGANTES BRASILEIROS 67 x 62 GRÃ BRETANHA

Brasil vence Grã-Bretanha após disputa acirrada no basquete

Seleção consegue sua segunda vitória contra os donos da casa

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Brasil joga contra a Grã Bretanha no basquete masculino (Foto: Christian Petersen/Staff/GettyImages)



Em uma disputa bastante apertada, a seleção brasileira de basquete venceu os britânicos na partida desta terça-feira (31) por 67 a 62. É a segunda vitória do Brasil nos Jogos Olímpicos.
Foi a apenas 1 minuto e meio para o final do jogo que os brasileiros conseguiram se distanciar seis pontos no placar, que desde o terceiro quarto, foi disputado ponto a ponto pelas duas equipes. Com 31 segundos para o final, a seleção britânica ainda teve a vantagem de três lances livres gerados por uma falta, mas converteu apenas um. 
O primeiro quarto não havia sido favorável. Com apenas quatro pontos, os brasileiros terminaram bem atrás da Grã-Bretanha, com 11 pontos. A reação surgiu no segundo quarto, quando a seleção encostou nos britânicos, fechando o placar empatados em 27 pontos. 
No final do terceiro quarto, o Brasil chegou a abrir cinco pontos de vantagem sobre a equipe britânica, com o placar em 48 a 43. 
Apesar de terem estreado com uma vitória contra a Austrália,  os brasileiros começaram o segundo jogo desta Olimpíada com baixo rendimento. Os donos da casa perderam na rodada inaugural com 20 pontos de diferença da equipe russa.  A Grã-Bretanha será a próxima adversária da Espanha, pelo grupo B, na quinta-feira (2).  
FONTE REVISTA ÉPOCA


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TALITA E MARIA ELISA VENCEM ALEMÃS POR 2x1 EM LONDRES 2012

segunda-feira, 30 de julho de 2012

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EUA VENCEM BRASIL NO VÔLEI FEMININO EM LONDRES 2012

Brasil esbarra no forte ritmo dos EUA e é derrotado no vôlei 


Londres - No que foi uma reedição da decisão olímpica de 2008 e também do Grand Prix de Vôlei Feminino desse ano, quando Brasil e Estados Unidos disputaram ponto a ponto o título, mas uma vitória das americanas no hexagonal deu o ouro às meninas da América do Norte, a Seleção foi totalmente dominada pelas rivais e sucumbiu por 3 sets a 1, sem chances para reação. O duelo, ocorrido no Earls Court, foi válido pelo Grupo B da primeira fase dos Jogos Olímpicos de Londres e terminou com parciais de 25/18, 25/17, 22/25 e 25/21.
O Brasil sofreu para conseguir virar as bolas, sendo neutralizado diversas vezes pelo bloqueio americano e facilitando a recepção das adversárias. Em grande atuação da ponteira Larson, as americanas não encontraram dificuldades para passar pelo bloqueio brasileiro, principalmente por causa dos saques pouco eficientes do Brasil.
No segundo set, o Brasil teve sérios problemas de recepção, sofrendo com o saque dos Estados Unidos e ainda viu Sheilla, sua principal atacante, errar muito nos ataques. Zé Roberto tentou modificar a equipe, colocando Fernanda Garay no lugar de Jaqueline e Adenízia no lugar de Thaisa.

Brasil parou no bloqueio dos EUA e perdeu a primeira nos Jogos
Brasil parou no bloqueio dos EUA e perdeu a primeira nos Jogos

As modificações não deram resultado e o que se viu foi um passeio das americanas, principalmente através dos ataques da oposto Hooker. Eleita melhor jogadora da Superliga em 2012, a americana virou quase todas as bolas em que foi acionada e ainda complicou o Brasil quando estava no bloqueio.
Com mais de 10 pontos atrás no placar, Zé Roberto modificou praticamente toda a equipe que começou a partida como titular. Colocando as cinco reservas em quadra, o time verde e amarelo melhorou na partida. Conseguiu assumir a dianteira no placar, abriu vantagem, mas deixou as americanas encostarem.
Apesar da nítida melhora na Seleção ao longo do terceiro set, principalmente graças à entrada de Dani Lins no lugar de Fernandinha na posição de levantadora, o Brasil parecia que não ia conseguir o suficiente para vencer. Mas, com muita raça, retomou a dianteira e fechou em 25/21.
Entretanto, a superioridade técnica e física das americanas foi mais uma vez evidente na parcial seguinte. Abusando dos bloqueios, o time dos EUA parava as brasileiras na rede a todo instante, motivadas sobretudo pelas bolas curtas da equipe verde e amarela. No fim, não deu: 25/21 para as rivais.
Agora, o Brasil tentará sua reabilitação nos Jogos Olímpicos e volta às quadras na próxima quarta-feira, quando encara o time da Coreia do Sul. As asiáticas possuem campanha melhor que a da Seleção, uma vez que possuem menor diferença entre sets ganhos e perdidos.
Os Estados Unidos, por sua vez, assumiram a liderança do Grupo B e não devem ter dificuldades para confirmar a classificação. O duelo seguinte das americanas é contra a China, também na quarta-feira, sendo que as asiáticas possuem campanha similar às atletas da América: venceram duas de duas partidas.

PORTAL TERRA

CLUBE DO TORCEDOR - CAMPANHA CONTRA O USO DE DROGAS

GP DA HUNGRIA DE FÓRMULA 1 - HAMILTON VENCE

F1 -  McLaren - GP da Hungria 2012


Lewis Hamilton, 1º colocado
O que posso dizer? Estou eufórico! A equipe fez um trabalho fantástico, absolutamente brilhante. Foi uma corrida realmente divertida - mas nem um pouco fácil. De fato, avalio que foi uma das provas mais duras que fiz - mas vou saborear ainda mais por causa disso. Foi muito pressionado ao longo das 69 voltas. Primeiro Romain (Grosjean) e depois Kimi (Raikkonen) estavam logo atrás de mim o tempo todo, e tive de cuidar dos meus pneus sem perder ritmo, o que foi difícil. Não é uma situação estática quando a corrida é assim. A dirigibilidade do carro muda o tempo todo. Você recebe mensagens diferentes dos pneus a cada volta. Mas eles resistiram - consegui fazer com que durassem. Foi um caso de gerenciar a diferença atrás de mim durante toda a volta e a cada volta. Em particular, tive de garantir sempre uma vantagem suficiente na última curva a fim de não ser ultrapassado na zona do DRS. E consegui. Como eu disse, a equipe fez um trabalho absolutamente incrível - e o apoio que tivemos aqui em Budapeste, não apenas dos fãs britânicos, mas também dos húngaros, foi fenomenal. E vencendo um GP no fim de semana em que os Jogos Olímpicos começaram no Reino Unido, sinto que fizemos a nossa parte para contribuir com o que espero que sejam muito sucessos britânicos no período olímpico. Alguém me disse que conseguimos a primeira medalha de ouro da Inglaterra em 2012. Não é realmente isso, mas é a primeira vitória britânica no período olímpico, o que é ótimo. Olhando a temporada como um todo, está claro que, após o intervalo, teremos muito trabalho a fazer. Mas, por enquanto, vamos celebrar - todos nós, família, amigos e fãs. Ninguém comemora como nós.

Jenson Button, 6º colocado
Primeiramente, quero parabenizar Lewis e toda a equipe McLaren. Fantástico trabalho, pessoal! No entanto, para mim, acho que hoje foi bem mais frustrante do que para Lewis. Tendo dito isso, fiquei realmente satisfeito por ter conseguido superar Seb (Vettel) na primeira volta, passando por fora na curva 2, e por ter um terceiro lugar sólido naquele ponto. Eu também estava no ritmo dos líderes. De fato, mesmo depois do primeiro pit-stop, ainda conseguia vê-los - portanto, obviamente, ainda estávamos muito perto. Depois, decidimos adotar uma estratégia de três paradas - mas, infelizmente, encontrei tráfego após minha segunda e terceira paradas, o que tornou as coisas realmente difíceis para mim por causa do tráfego, fiquei preso andando bem mais devagar do que poderia se tivesse pista limpa. Mas há muitos aspectos positivos a serem destacados neste fim de semana: nosso carro obviamente está rápido, como pude demonstrar em Hockenheim e Lewis confirmou aqui, e, na segunda metade da temporada, sei que todos na McLaren trabalharão o mais duro possível para manter essa curva de desenvolvimento ascendente. Agora, vou relaxar no intervalo do meio da temporada. Estou ansioso por isso.

Martin Whitmarsh, chefe da equipe
Lewis pilotou com tremenda compostura durante toda a tarde, e o resultado foi uma vitória meticulosamente julgada, conseguida sob pressão intensa. Ele fez uma super largada e controlou a prova com autoridade, equilibrando a necessidade de executar voltas rápidas com a exigência de conservar seus pneus. Os 25 pontos marcados hoje elevaram seu total para 117 na temporada até agora. Apesar de ainda estar um pouco atrás do líder do campeonato, agora ele está muito bem posicionado para lutar pelo título nas nove etapas restantes da temporada. Jenson teve uma corrida frustrante, mas ainda conseguiu marcar 8 pontos úteis com seu sexto lugar. Como Lewis, ele voltará do intervalo pronto para atacar com energia e entusiasmo na segunda metade da temporada. Ontem, Lewis conquistou a 150ª pole position na história da McLaren - e, hoje, obteve nossa 178ª vitória. Foi seu 101º GP - e é difícil imaginar um modo melhor de iniciar seu segundo centenário de participações em GPs. No campeonato de construtores, os 33 pontos que Lewis e Jenson marcaram hoje elevaram a McLaren à segunda colocação. Novamente, estamos em uma boa posição para lutar pelo título no final da temporada. Agora, vamos para nossas férias, recarregaremos as baterias e retornaremos em Spa-Francorchamps daqui a um mês, prontos para recomeçar a luta.


LS - www.autoracing.com.br 

RESUMO DA RODADA DO BRASILEIRÃO 2012



São Paulo tem maior público, e Victor salva Galo



Quatro partidas terminaram 0 a 0, maior número da edição deste ano

Por GLOBOESPORTE.COMRio de Janeiro


A 13ª rodada manteve o Galo na liderança do Campeonato Brasileiro após o empate sem gols com o Fluminense, no Engenhão. E o ponto conquistado no Rio de Janeiro deve-se muito ao goleiro Victor, que fez três defesas difíceis no confronto, uma delas bem plástica já no finalzinho do primeiro tempo. O fim de semana trouxe também o retorno de um velho conhecido ao gol do São Paulo. Recuperado de lesão, Rogério Ceni passou confiança ao time, que goleou o Flamengo por 4 a 1, no Morumbi, diante do maior público do campeonato até o momento: 33.736 pagantes.
A rodada também foi a que mais teve 0 a 0 neste Brasileiro. Quatro partidas ficaram sem gols. Além de Fluminense x Atlético-MG, a estreia de Forlán no Beira Rio também terminou em branco contra o Vasco. Bahia e Corinthians frustraram o público em Pituaçu, assim como Sport e Atlético-GO na Ilha do Retiro. Foram 19 gols no fim de semana, pior índice do campeonato, empatado com a quarta rodada (naquela ocasião, no entanto, foram apenas dois 0 a 0).
No sábado, o Botafogo voltou a vencer. A equipe de Oswaldo de Oliveira bateu o Figueirense no Engenhão por 1 a 0, na partida que teve as únicas duas expulsões da rodada: Pablo e Vítor Junior. Foi neste confronto também que surgiu o mico, protagonizado justamente pelo craque Seedorf, e os gols perdidos, ambos por Aloísio, do Figueira.    

Já na vitória do Cruzeiro sobre o Palmeiras por 2 a 1, houve um erro do juiz Fabrício Neves Corrêa, que marcou pênalti de João Vitor em Montillo, em falta cometida fora da área.Borges aproveitou o engano do árbitro e abriu o caminho para o triunfo da Raposa. Lincoln, do Coritiba, foi o autor do drible da rodada, e Kieza, do Náutico, do golaço, na derrota para a Portuguesa por 3 a 1, no jogo de menor público: apenas 1.910 pagantes, no Canindé.

EXTREME TOURS NA CORRIDAS DE MONTANHA - ETAPA PARAIBUNA SP





BRASIL REPETE OS ERROS NO BASQUETE FEMININO

Brasil repete erros no fim, perde para Rússia e se complica no basquete
30 de julho de 2012  14h40  atualizado às 14h58



MARINA NOVAES
Direto de Londres
Após um apagão no último quarto na estreia do basquete feminino olímpico, a Seleção realizou uma boa apresentação diante da Rússia na Arena de Basquete, mas mesmo com o equilíbrio do jogo, saiu derrotada por 69 a 59 nesta segunda-feira. Este foi o segundo revés brasileiro na modalidade, o que complica as chances de classificação no Grupo B.

Ao contrário do que aconteceu na partida diante da França, a Seleção feminina equilibrou o duelo contra as russas do início ao fim. No primeiro quarto, apesar de não ter ficado na frente do placar em nenhum momento, as comandadas de Luis Tarallo saíram com apenas um ponto de desvantagem.
No segundo, as russas se impuseram melhor em quadra e conseguiram ampliar a distância no marcador. Logo no começo do período, Clarissa converteu dois pontos e colocou a Seleção na frente, mas com seis pontos seguidos, a Rússia retomou as rédeas da partida e não largou-as até sair para o vestiário, vencendo por 31 a 26. A cestinha da partida, até este momento, era a armadora Karla Costa, com oito pontos.
A Seleção começou o segundo tempo com tudo, tirando a diferença no placar e virando o jogo em dois minutos. O lance da virada surgiu após um toco de Érika, que aproveitou o contra-ataque e sofreu uma falta. A pivô brasileira acertou o segundo lance livre e colocou a equipe a frente novamente.
Mais tranquilas, as brasileiras cometeram apenas três turnovers, ao contrário do que ocorrera na primeira metade do jogo, quando a Seleção cedeu a posse de bola 15 vezes às russas. A defesa, porém, parou de funcionar nos últimos cinco minutos, quando a Rússia retomou a frente no marcador. Érika e Chuca lideraram a Seleção no período, empatando com Karla como maiores pontuadoras do Brasil.
As brasileiras foram para o último quarto em situação idêntica a do terceiro, já que o período terminou empatado por 15 a 15. Inicialmente, as comandadas de Luis Tarallo davam sinais de que o jogo permaneceria equilibrado, mas o excesso de erros nos arremessos permitiu que as russas se distanciassem no marcador e conseguissem sua segunda vitória na competição.
Com um duplo-duplo, Érika foi o destaque brasileiro ao marcar 15 pontos e conseguir 18 rebotes. A pivô também foi a cestinha da Seleção e do jogo. As comandadas de Luis Tarallo voltam a quadra na próxima quarta-feira, diante da Austrália, enquanto as russas pegam a Grã-Bretanha na Arena de Basquete.

TIME DE VÔLEI MASCULINO VENCE COM TRANQUILIDADE NA ESTRÉIA




No erro de saque do adversário, o Brasil fez 25/18 e venceu o primeiro jogo da Olimpíada por 3 sets a 0. (Foto: FIVB)
A seleção brasileira masculina de vôlei estreou nos Jogos Olímpicos de Londres e, no ginásio Earls Court, superou a Tunísia por 3 sets a 0. A equipe dirigida pelo técnico Bernardinho teve boa atuação neste domingo (29/07) e venceu com parciais de 25/17, 25/21 e 25/18, em 1h15 de partida.
O ponteiro Murilo e o meio de rede Lucão foram os maiores pontuadores do Brasil, com nove acertos cada um. O oposto Wallace, que entrou durante o jogo, marcou oito vezes, e o ponteiro Dante, seis. Kaabi, da Tunísia, foi quem mais pontuou na partida, com 12 pontos marcados.
Logo após a partida, o treinador brasileiro, Bernardinho, falou sobre a importância de uma vitória na estreia dos Jogos Olímpicos.
“O objetivo principal era que o time pudesse trabalhar o saque no ginásio para que houvesse uma adaptação melhor. Era um treinamento importante e a entrada de todos foi positiva. Todos entraram bem, ganharam ritmo e isso é fundamental, já que só vamos conseguir alguma coisa com o grupo completo”, destacou Bernardinho, que busca uma evolução do time.
“Tivemos altos e baixos. É importante que o saque funcione bem para continuidade. Ainda enfrentaremos adversários muito duros e vamos precisar do nosso saque. Acho que precisamos um pouco mais de continuidade e não ter apagões em momento nenhum, porque contra times mais fortes, eles não vão perdoar”, afirmou Bernardinho.
Estreante em Jogos Olímpicos, o meio de rede Lucão destacou a presença da torcida no Earls Court. “A torcida brasileira compareceu e nos apoiou. A emoção é grande”, disse Lucão, que avaliou o jogo do Brasil. “O primeiro set foi praticamente perfeito, jogamos muito bem, principalmente na parte ofensiva. Depois, é o time deu uma desligada, mas sempre colocando o jogo. Foi uma boa estreia”, complementou o meio de rede.
Por outro lado, o experiente Dante, campeão olímpico em Atenas/2004 e medalha de prata em Pequim/2008, sabe que é necessário já pensar no próximo adversário. O Brasil, que está no Grupo B, volta à quadra nesta terça-feira (31/07) para um grande confronto. A equipe verde e amarela enfrentará a forte Rússia novamente às 18h.
“O mais importante de enfrentar um time como a Tunísia era manter a concentração lá em cima. Também conseguimos imprimir um ritmo forte no saque e foi muito bom estrear bem. Agora, temos que esquecer esse jogo e já pensar na Rússia, que vai ser um adversário muito forte”, destacou Dante.
O jogo
O Brasil abriu o marcador no erro de ataque da Tunísia. Bem no bloqueio, especialmente com Sidão, a equipe brasileira fez 4/0 e o técnico adversário, Mkaouer, pediu tempo. Contando com erros do outro lado da rede, o time verde e amarelo não teve dificuldades para chegar ao primeiro tempo técnico em vantagem: 8/2. Vissotto fez ace e aumentou a vantagem brasileira para 10/3. Na segunda parada técnica, o Brasil vencia por 16/7. A Tunísia tentou uma reação na reta final do set, mas a equipe brasileira venceu o primeiro set por 25/17.
A segunda parcial começou mais equilibrada e as duas equipes empataram em 3/3 logo no início. No toque na rede do Brasil, a Tunísia assumiu o comando do placar pela primeira vez na partida (5/4). O jogo seguiu diferente do primeiro set, com o placar quase sempre apertado: 8/7 e 11/10. No ataque de Murilo, o time brasileiro abriu quatro de vantagem em 16/12. Neste momento, o capitão Giba entrou no lugar de Dante. Com ponto direto de saque, Lucão colocou o Brasil seis pontos à frente (19/13). O time brasileiro fechou o segundo set em 25/21.
A seleção brasileira voltou para o terceiro set com mudanças. Rodrigão entrou no lugar de Sidão, Wallace no lugar de Vissotto e Giba continuou em quadra. Com ponto de Lucão no ataque, o Brasil fez 8/5 no primeiro tempo técnico. A Tunísia fez jogo duro e não deixou a equipe verde e amarela deslanchar no placar (14/12). Quando o Brasil vencia por 19/14, Bernardinho colocou Thiago Alves no lugar de Murilo e, assim, completou a estreia dos 12 brasileiros. No erro de saque do adversário, o Brasil fez 25/18 e venceu o primeiro jogo da Olimpíada por 3 sets a 0.
Equipes
BRASIL – Bruno, Leandro Vissotto, Lucão, Sidão, Dante e Murilo. Líbero – Serginho
Técnico – Bernardinho
Entraram: Wallace, Ricardinho, Giba, Rodrigão e Thiago Alves
TUNÍSIA – Kadhi, Karamosly, Ben Slimane, Hfaiedh, Ben Hassine e Kaabi. Líbero - Taouerghi
Técnico – Fethi Mkaouer
Entraram: Nagga e Ben Cheikh 
FONTE REPORTERDIARIO.COM.BR

BRASIL VENCE BIELORÚSSIA COM SHOW DE NEYMAR

Com show de Neymar, Brasil vence a Bielorússia e está classificado

Brasil avança para as quartas de final com vitória por 3 a 1 em tarde inspirada de Neymar, que marcou um gol e deu passes para os outros dois

LANCE

foto: Reprodução Facebook
Neymar dá show
Neymar dá show contra a Bielorrússia


O Brasil teve dificuldade mas conseguiu arrancar uma vitória por 3 a 1, de virada, sobre a Bielorússia neste domingo em Old Trafford. Triunfo que classificou a Seleção para as quartas de final do torneio olímpico de futebol.

Resultado que pode ser creditado ao talento de Neymar. Pois foram de seus pés que saíram as bolas decisivas para selar a vitória brasileira. Primeiro com um cruzamento na medida para o gol de empate marcado por Alexandre Pato, depois com a cobrança de falta perfeita, que entrou no ângulo direito do goleiro Gutor. Na jogada do terceiro gol, de Oscar, o camisa 11 deu um passe de calcanhar fantástico para o companheiro.

Pato inclusive merece um parêntesis a parte, pois entrou no lugar do sacado Leandro Damião e mostrou mais eficiência que o jogador do Internacional. Pode por conta disso ter ganhado o posto de titular.
Mas nem tudo foi elogio. O time do técnico Mano Menezes teve bastante dificuldade para conseguir levar perigo a uma equipe que praticamente defendia com nove jogadores a partir de sua intermediária. O talento individual de Neymar e Oscar não aparecia, o que facilitava a tarefa dos apenas esforçados bielorussos no primeiro tempo.

Não bastasse a dificuldade diante de um adversário fechado, o Brasil teve trabalho com o camisa 10 da Bielorússia. Brasileiro "infiltrado", o meia Bressan ditava o ritmo dos contra-ataques adversários.
Pois aproveitando uma desatenção da defesa brasileira, o "infiltrado" subiu mais alto que Rafael no cruzamento de Kozlov e, de cabeça, abriu o placar para a Bielorússia.
O susto foi bom para despertar o Brasil. No primeiro ataque que conseguiu criar a Seleção empatou com Alexandre Pato, também de cabeça. O atacante teve a vida facilitada com o luxuoso cruzamento de Neymar.

A jogada porém foi a única finalização, à exceção de um chute de Hulk, que o Brasil deu em todo o primeiro tempo. A equipe tinha posse de bola, não era acossada, mas tinha dificuldade quando batia de frente com o paredão de bonecos vermelhos que era a defesa bielorussa.

Para o segundo tempo Mano Menezes resolveu não fazer mudanças. Afinal a equipe estava segura em campo, uma faísca de talento individual poderia ser suficiente para desmontar a retranca adversária. Antes dos 15 minutos o Brasil teve duas chances claras para virar, aos cinco minutos em chute de Marcelo e aos 13 na definição de Oscar.

O gol estava amadurecendo e saiu após o Brasil ter uma falta na entrada da área. Neymar, como se isto fosse a coisa mais simples do mundo, encaixou a bola no ângulo do goleiro Gutor. Fatura liquidada, pois era difícil acreditar em alguma reação dos bielorussos. Mas ainda havia tempo para mais uma demonstração de talento de Neymar. O jogador do Santos deu o passe de calcanhar e Oscar soltou a bomba para estufar a rede.

Já classificado o Brasil agora terá um compromisso apenas para cumprir tabela. O adversário é a Nova Zelândia em Newcastle, outra seleção que não assusta pelo nome mas que não permite um relaxamento dos meninos de Mano Menezes.

FICHA TÉCNICA:
BRASIL 3 X 1 BIELORÚSSIA
Estádio: Old Trafford, Manchester (ING)
Data/hora: 29/7/2012 - 11h00 (de Brasília)
Árbitro: Yuichi Nishimura (JAP)
Auxiliares: Toru Sagara (JAP) e Toshiyuki Nagi (JAP)
Cartões amarelos: Kozlov (BLR), Dragun (BLR)
Cartões vermelhos: Não houve
GOLS: Bressan 8'/1ºT (0-1), Alexandre Pato 14'/1ºT (1-1), Neymar 20'/2ºT (2-1), Oscar 48'/2ºT (3-1)
BRASIL: Neto, Rafael, Thiago Silva, Juan e Marcelo; Rômulo, Sandro (Ganso 18'/2ºT) e Oscar; Neymar, Hulk (Danilo 41'/2ºT) e Alexandre Pato (Lucas 39'/2ºT). Técnico: Mano Menezes.
BIELORÚSSIA: Gutor, Kuzmenok, Politevich e Kozlov (Gavrilovich 35'/2ºT); Dragun, Baga, Bressan, Gordeichuk e Aleksievich (Voronkov 24'/2ºT); Kornilenko (Zubovich 31'/2ºT) e Polyakov. Técnico: Georgy Kondratiev.

domingo, 29 de julho de 2012

MOLECADA DO BRASIL VENCE POR 3X1 A RETRANCA DA BIELORÚSSIA

MILITARES NA DELEGAÇÃO BRASILEIRA - LONDRES 2012

Participação de militares na Delegação Brasileira nos Jogos Olímpicos de Londres
Brasília – A participação de militares na Delegação Brasileira que representará o País na Olimpíada de Londres, no período de 27 de julho a 13 de agosto, é significativa. Atualmente, a delegação conta com 18 militares da Marinha do Brasil e 49 do Exército Brasileiro, totalizando 67 militares da ativa.
Cabe ressaltar que desse total, 51 são atletas, 7 desempenham a função de técnico, 3 são fisioterapeutas, 1 nutricionista e 5 foram selecionados como observadores que compõem o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016. Na condição de Líderes de Competição, trabalharão, também, em prol da Olimpíada de 2016, no Rio de Janeiro.
A expressiva participação de atletas militares é reflexo do Programa de Incorporação de Atletas de Alto Rendimento nas Forças Armadas, o que comprova a viabilidade e a necessidade da continuidade do Programa, bem como a representação de equipes brasileiras em torneios e competições civis e militares, nacionais e internacionais.
O País enviará 259 atletas e o efetivo das Forças Armadas representará cerca de 20% – praticamente um quinto do total de competidores que vestirão o verde e amarelo durante as disputas. Trata-se da maior participação de militares brasileiros numa olimpíada, o que confirmará o legado e as tradições iniciadas pelo Tenente do Exército Guilherme Paraense que, em 1920 na Antuérpia, conquistou a primeira medalha de ouro para o Brasil em Olimpíadas.
No tocante à Comissão Técnica e Observadores, que compõem o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de 2016, verifica-se que essa seleção é, em grande parte, fruto do alto grau de especialização proveniente da experiência adquirida nos 5º Jogos Mundiais Militares Rio/2011, onde a Delegação Militar Brasileira conquistou o primeiro lugar no quadro geral de medalhas.
Os 51 atletas e os 16 integrantes militares da Comissão Técnica iniciaram o embarque para Londres no dia 16 de julho. Todos participam da cerimônia de abertura no dia 27 de julho, quando começam efetivamente as competições. Esses brasileiros disputarão medalhas nas seguintes modalidades: vôlei, atletismo, esgrima, hipismo, natação, maratona aquática, pentatlo moderno, taekwondo, judô, tiro, boxe e triatlo.
  • Militares na Olimpíada de Londres 2012






ESTAMOS DE VOLTA ! BASQUETE BRASIL 75 x 71 AUSTRÁLIA

sábado, 28 de julho de 2012

MENINAS DO BRASIL 3 x 2 TURQUIA EM LONDRES, APAGÕES E SUFOCO !

NO VÔLEI DE PRAIA SÓ DEU BRASIL !

Ricardo e Pedro Cunha vencem a primeira na Olimpíada de Londres

Assim como Juliana e Larissa, Ricardo e Pedro Cunha também estrearam com vitória no torneio de vôlei de praia dos Jogos Olímpicos de Londres neste sábado.
Ricardo e Pedro Cunha precisaram só de 37 minutos para derrotarem os noruegueses Tarjei Viken Skarlund e Martin Spinnangr com as parciais de 21-14 e 21-18.
Juliana e Larissa, favoritas à medalha de ouro, superaram as adversárias Nioun Li Yuk Lo e Natacha Rigobert, das Ilhas Maurício, pelo mesmo placar: 2 sets a 0 (21-5 a 21-10).
Na segunda rodada, segunda-feira, Ricardo e Pedro enfrentam os britânicos Garcia-Thompson e Grotowski, às 13h30 (de Brasília), enquanto Juliana e Larissa têm pela frente as alemãs Holtwick/Semmler, às 11h30.